quarta-feira, 16 de maio de 2007


bandera do chile

mapa do chile

Brasão da republica dominicana

Republica dominicana


Os espanhóis chegam à região em 1492, quando ainda era habitada por índio aruaques e caraíbas. O lado oeste (atual Haiti) foi cedido a França, em 1697, um século após toda a ilha passou ao controle francês. Já em 1814 a Espanha retomou o lado oeste. Sua independência só veio em 1821, o país adotou então nome de estado Independente do Haiti Espanhol. Tropas do Haiti ocuparam o território entre os anos de 1822 e 1844, após a libertação, o país adotou o nome de República Dominicana. No ano de 1861 a região volta a ser anexada a Espanha. Somente quatro anos depois é que reconquistou novamente sua independência. O país foi ocupado pelos EUA entre os anos de 1916 e 1924. O general Trujillo governo o país como ditador entre os anos de 1930 e 1961. Foram realizadas eleições no ano seguinte, após sete meses do novo governo, houve golpe militar. Gerando assim uma guerra civil, a qual derrubou os golpistas em 1965. Tropas norte-americanas e brasileiras ocuparam a região, em 1966 houve novas eleições. Em 1981 houve uma grande crise no abastecimento de energia do país, em 1999 o governo iniciou a privatização da empresa de eletricidade. Após quatro anos de negociações, o país assina um acordo de livre-comércio com a Comunidade do Caribe (Caricom), em 2000. Já em 20003 ocorreu greve geral contra os aumentos de preços e os cortes de eletricidade.

A República Dominicana ocupa dois terços da ilha de Hispaniola, no Mar do Caribe, localizada entre Cuba e Porto Rico. Seu território é montanhoso, apresentando uma cadeia de montanhas de maior importância: a Cordilheira Central. Ao norte, encontra-se a região fértil do país, conhecida como Vale Cibao, onde é desenvolvida a produção agrícola. Seu clima é tropical, amenizado pelas altas altitudes e pelos ventos provenientes do norte, região esta que recebe mais chuvas do que o sul. Sua população é o resultado de quatro séculos de mistura de elementos europeus e africanos. Os haitianos correspondem à minoria dos habitantes. A agricultura é a mais tradicional atividade econômica do país, sendo a cana-de-açúcar a principal safra produzida para exportação.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Recursos naturais

No país existem minas de níquel, bauxita, ouro e prata. O âmbar, pedra de cor amarela formada pela resina das árvores e cuja característica principal é a de conter freqüentemente fósseis de insetos e plantas já extintos, é a pedra semipreciosa nacional. É explorado também o larimar, conhecido como turquesa dominicana, e reconhecido como pedra preciosa e utilizado em jóias e peças de decoração. Tanto o larimar como a âmbar azul são encontrado apenas na República Dominicana.
Uso da terra
A República Dominicana posssui um terreno montanhoso com férteis vales dispersos, e a utilização da terra ocorre da seguinte maneira:
21% são terras cultiváveis
9% são terras que possuem cultivos permanentes
43% são pastos permanentes
12% são bosques
15% são outros tipos de terreno
Hidrografia

Rio Chavon
A República Dominicana é um país de muitos
rios, entre os quais se contam os rios navegáveis Soco, Higuamo, Romana, Yaque del Norte, Yaque del Sur, Yuna, Yuma e Bajabonico.
Outro aspecto interessante da geografia da ilha está na região sudoeste, onde se localiza o lago Enriquillo, a 30 metros abaixo do
nível do mar. Nele se encontra a Ilha Cabritos, onde, segundo os especialistas, encontra-se a maior reserva mundial do crocodilo-americano.
Relevo

Cordilheira Central
O país possui três cadeias montanhosas principais:
Montanhas Centrais, que começam no
Haiti e percorrem a parte central da ilha, terminando no sul; é nesta cordilheira que se situa o pico mais alto das Antilhas, o Pico Duarte, com 3175m acima do nível do mar.
Montanhas Setentrionais, que correm paralelas às Montanhas Centrais e separam o vale de Cibao das planícies costeiras atlânticas; o ponto mais elevado nesta cordilheira é o
Pico Diego de Ocampo.
Montanhas Orientais, a mais baixa e mais curta das três cadeias montanhosas, localizadas na parte leste do país.
Existem também a Serra Bahoruco e a Serra Neyba, no sudoeste
A História da república domonicana
chegada à ilha, da expedição espanhola, comandada por Cristóvão Colombo, a 5 de Dezembro de 1492, esta encontrava-se povoada por indígenas, organizados sob o comando de cinco chefes. Um dos traços desta divisão era a tributação, em termos de alimentos, cultivados ou criados.
Nessa altura, indígenas atribuem-lhes poderes sobrenaturais, tratando-os com honra e veneração. Esta era uma sociedade totalmente diferente das sociedades européias. Guacanagarix, o chefe que hospedou Colombo e os seus homens, tratou-os de forma cortês e concedeu-lhes os seus desejos.
Uma vez que se fundou a colônia, uma série de primazias tomaram lugar em
Hispaniola, ou a espanhola como chamaram-na os espanhóis. Se sucederam a fundação da primeira Igreja, a primeira Universidade, o primeiro hospital, o primeiro Engenho Açucareiro e, como era de se esperar, os primeros abusos e os primeros "não-cumprimentos" de tratados com os nativos.
Durante o século XVI, La Española gozou de boa posição econômica e social, porém desde o fim deste século e a partir da conquista de Terra Firme (as grandes massas territoriais da
América do Norte e América do Sul), a ilha foi caindo no esquecimento e relegada a um segundo plano, entrando cada vez mais na pobreza. Também influiu em sua situação o ataque de corsários ingleses que destruíram grande parte das cidades e populações estabelecidas nesse momento.
Tão logo a declaração de independência do
Haiti, em 1804, vários governantes haitianos trataram de unificar a ilha, o que lograram no ano de 1822, apenas semanas depois de que a parte oriental da ilha adquirira a independência da Espanha. A este breve período de autonomia chamou-se Independência Efémera.
No ano de 1844, se inicia a gestão independentista, preconizada por
Juan Pablo Duarte, um jovem de posição acomodada que havia estudado na França e com ideais nacionalistas; e dirigida por Francisco del Rosario Sánchez e Pedro Santana. A independência aconteceu em 27 de Fevereiro de 1844.
A partir desta altura, e com a falta de uma liderança sólida por parte dos seus dirigentes, inicia-se uma era em que era dominada por latifundiários que tinham poder económico, tornando-se em governo por breves períodos. Nesta altura, grupos internos que não se sentiam contentes com a autonomia procuraram anexar-se novamente a Espanha, feito que alcançaram em 1861.
Em 1865, recupera a
independência, passando novamente por uma etapa com falta de liderança e mudanças contínuas de governante. Esta situação durou até que Ulises Heureaux (Lilís) instalou a sua ditadura durante 12 anos (1887-1899) terminando com o seu assassinato.
No princípio do
século XX, a instabilidade política e económica e o atraso nos pagamentos dos empréstimos realizados durante o século XIX, fizeram com que ocorresse a denominada Primeira Invasão Norte Americana, que se estendeu desde 1916 até 1924. Durante o período 1924-1930, a economia dominicana viveu um período denominado por "Danza de los Millones" (Dança dos Milhões), essencialmente devido ao aumento dos preços internacionais da cana do açúcar.
Desde 1930 até 1961 o país esteve sob a ditadura de
Rafael Leónidas Trujillo. O período em que este ditador esteve no poder, foi a época obscura da história dominicana. Após a eliminação do "Movimiento 14 de Junio" (Movimento 14 de Junho) (1959) e com o assassinato das irmãs Mirabal (Hermanas Mirabal), o regime começou a decair rapidamente até que Trujillo foi assassinado em 1961.
Logo depois de sua morte, o país passou por vários governos entre os que se encontram a do Prof.
Juan Bosch que foi derrubado aos 7 meses, um Triunvirato e uma intervenção armada norte-americana 1965. Em 1966 Joaquín Balaguer subiu ao poder e se manteve nele durante um período de 12 anos, em um governo semi-ditatorial no qual fez uso de fraudes eleitorais e repressões contra seus opositores políticos.
Durante as eleições no ano 1978, foi eleito
Antonio Guzmán Fernández, do opositor Partido Revolucionário Dominicano (PRD). Foi o primeiro governo eleito pelo voto popular desde 1924. Seu mandato se caracterizou por ser um dos mais liberais que tinha tido a República Dominicana em décadas. Termina quando Guzmán se suicidou em 1982. Sucedido pelo vice-presidente, Jacobo Majluta, quem governou por 43 dias.
Em 1982 ganha as eleições
Salvador Jorge Branco, do então partido governante, o PRD. Em 1986 retoma o poder Joaquín Balaguer aos 80 anos.
Em 1990 é vencedor em eleições rodeadas por denúncias de fraudes por parte do Juan Bosch, do Partido da Libertação Dominicana. Em 1994, Joaquín Balaguer resulta novamente vencedor nas eleições, mas sob alegações por escrito de fraude e de impedimentos para votar de militantes opositores, vê reduzido o seu período presidencial a dois anos, acordando efectuar eleições em 1996.
Venezuela, República Dominicana e América Latina
Prevendo a tentativa de intervenção européia na Venezuela e na República Dominicana, elaborou um plano chamado de Corolário Roosevelt à Doutrina Monroe. Esta estratégia visava a proibir intervenções não-norte-americanas na América Latina, afirmando que os Estados Unidos proibiam a intervenção de quaisquer países nas Américas que não fossem eles próprios e assumiam a responsabilidade pelo cumprimento das obrigações internacionais desses países transformando-os em protetorados.
As invasões da República Dominicana e Cuba e as tentativas de intervenção
Em 1905 praticou a intervenção militar na República Dominicana. Em 1906 invadiu Cuba por motivos torpes.
Roosevelt tentou invadir e criar desestabilizações em países mais desenvolvidos que os da América central, financiando e incentivando a ida de empresas estado-unidenses de cunho totalmente extrativista à outras regiões, inclusive para a
América do Sul, no Brasil e na Argentina. Além disso intervir na Ásia, mas foi suficientemente cauteloso no trato com potências mais desenvolvidas, mediando as negociações de paz relativas à guerra russo-japonesa de 1904-1905 cujo objetivo era equilibrar os poderes no leste da Ásia favorecendo assim seu comércio.
República Dominicana
A República Dominicana é um país das Caraíbas (do Caribe) que ocupa os dois terços orientais da ilha Hispaniola, que compartilha com o Haiti, a sua única fronteira terrestre, a oeste. Fronteiras marítimas tem duas: com Porto Rico, a leste, e com a colónia britânica de Turks e Caicos, a noroeste. Capital: Santo Domingo.

chile

Geografia física
Geologia e relevo. Formado pela vertente ocidental da cordilheira andina, o território chileno caracteriza-se por sua uniformidade morfológica, com relevo geralmente acidentado, mas de estrutura simples e bem ordenada em três grandes faixas longitudinais: duas cadeias montanhosas e uma depressão central que as separa. Essas três unidades morfológicas datam do período terciário, quando o dobramento alpino elevou a cadeia dos Andes.
Na parte oriental encontra-se a primeira faixa longitudinal do relevo. Esse setor, formado pela cordilheira dos Andes (cuja parte setentrional é denominada Domeyko), apresenta uma topografia maciça e imponente. Desde sua formação, essa região montanhosa é atingida por um vulcanismo quase permanente e por freqüentes movimentos sísmicos. No centro e norte dos Andes chilenos, os grandes vulcões, em atividade ou extintos (alguns cobertos por geleiras), constituem as maiores altitudes da cordilheira, como o pico Ojos del Salado (6.893m) e o monte de Llullaillaco (6.723m). Em direção ao sul, a altura diminui até dois mil metros na Terra do Fogo. A cordilheira se divide em inúmeras ilhas, estreitas e largas onde, devido à latitude, a ação dos gelos é muito acentuada. O relevo contínuo da cordilheira dificulta o acesso; no norte, as passagens naturais se localizam a altitudes próximas ou superiores a quatro mil metros (passos de Socompa e San Francisco) e ao sul de Santiago alguns vales transversais de origem glacial facilitam o acesso à Patagônia argentina.
A segunda faixa longitudinal também se estende de norte a sul aos pés da cordilheira andina. Trata-se de uma depressão parcialmente preenchida com aluviões e depósitos de vários detritos que formam planícies estreitas e descontínuas, sobretudo nos pampas desérticos do norte (deserto de Atacama, pampa do Tamarugal), e no grande vale central que se estende entre Santiago e Puerto Montt, e que inclui as bacias dos rios Maule e Bío-Bío.
Paralelamente às duas faixas longitudinais anteriores, estende-se a cordilheira da Costa, de altitude muito mais moderada que os Andes. Sua altura também diminui de norte para sul, de três mil metros da zona de Atacama a dois mil metros na região de Santiago. Seu relevo perde continuidade na mesma direção: forma blocos isolados que, ao sul de Puerto Montt, afloram na ilha de Chiloé e em costas e arquipélagos bastante recortados. No centro e norte, entre a cordilheira da Costa e as águas do Pacífico, encontra-se uma faixa estreita de planícies costeiras e de terraços marinhos que formam um litoral muito reto. Tal fato se deve à disposição longitudinal do relevo que, não penetrando transversalmente no oceano, impede a formação de cabos e baías.
Clima. Devido a sua extensão em latitude, o Chile apresenta todos os climas característicos das regiões ocidentais dos continentes, com exceção dos tropicais úmidos e polares.
No norte, fica o deserto (puna) Atacama, onde Iquique tem uma temperatura média anual de 18o C e registra precipitações ínfimas. A partir dos 30o de latitude sul, o Chile central se caracteriza por um clima mediterrâneo, com temperatura média anual de 14o C e precipitações de 360mm, com acentuada seca estival. Em direção ao sul ocorre uma queda de temperaturas e um aumento de precipitações, graças à umidade trazida pelos ventos oceânicos do sudoeste; Valdivia, cidade típica desse clima temperado oceânico, apresenta temperatura média anual de 12o C e precipitações de 2.510mm. O extremo sul do país, devido à grande altitude, é dominado por um clima subpolar.
Essa variedade climática é atenuada de um extremo ao outro do território chileno pela influência moderadora do oceano Pacífico, que, percorrido pela corrente marinha fria de Humboldt, mantém relativamente baixas as temperaturas ao norte do paralelo 40o. Assim, a diferença entre as temperaturas médias anuais da fronteira peruana ao cabo Horn não vai além de 15oC. No norte do país, as águas marinhas frias dão lugar às neves costeiras permanentes conhecidas pelo nome de camanchacas.
Nas regiões montanhosas ocorrem climas de tundra e de altas montanhas acima de quatro mil metros.
Hidrografia. A pequena distância que existe entre a cordilheira dos Andes e o oceano determina a configuração de uma rede hidrográfica de rios curtos e pouco articulados (correm paralelamente uns aos outros). O regime fluvial está diretamente relacionado com as condições climáticas: os rios do norte são pouco caudalosos e de regime muito irregular, devido à aridez do clima. O mais importante é o Loa, o único que consegue desembocar no oceano. Em direção ao sul, aumenta o número de cursos fluviais, bem como o volume de suas águas, alimentado pela fusão das neves e pelas chuvas cada vez mais abundantes; no centro e no sul do país, destacam-se os rios Copiapó, Huasco, Limari, Maipo, Bío-Bío, Valdivia e Maullín.
Flora e fauna. No norte desértico, a umidade das névoas costeiras permite o desenvolvimento de florestas de alfarrobeiras, cactáceas e arbustos espinhosos. O clima mediterrâneo do Chile central propicia a formação de uma estepe de acácias e palmeiras chilenas mais densa que a correspondente aos climas mediterrâneos da Europa; no vale central, cresce o copihue, arbusto trepador cuja flor é típica do Chile. Em direção ao sul, num ambiente muito mais úmido, erguem-se as densas florestas de araucárias, carvalhos e faias, sobre uma densa cobertura de pteridófitas. Finalmente, no extremo sul do país, ocorre o domínio da tundra de tipo subpolar.
A lhama, a alpaca, a vicunha, o puma, a chinchila e o huemul (um tipo de veado), são alguns dos mamíferos mais característicos do país, principalmente das regiões setentrionais e centrais. No extremo meridional destaca-se o guanaco, de que se obtém uma lã de excelente qualidade. O condor vive nos picos andinos, enquanto que nas costas meridionais encontram-se focas, pingüins e baleias.

a economia do chile

Economia
O Chile possui uma economia de mercado com forte comércio estrangeiro. A reforma econômica, iniciada no governo militar, resultou num alto crescimento econômico, em média 8%, durante 1991-97. O país mantém uma sólida reputação com relação às suas instituições financeiras e coerência na política econômica, sendo um modelo para a América do Sul.
Moeda: peso chileno.
PIB (paridade pelo poder de compra): 169,1 bilhões de dólares (2004 estimado).
PIB per capita (paridade pelo poder de compra): US$ 10.700 (2004). Taxa de crescimento do PIB: 5,8 % (2004).
Taxa de desemprego: 8,5 % (2004).

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Economia
Ver artigo principal: Economia do Chile.
Considerada a economia mais próspera da
América Latina, o crescimento econômico do país superou os 6% nos anos de 2004 e 2005. Junto ao crescimento ocorre uma maior diversificação econômica, diminuindo a importância da mineração (principalmente o cobre no produto interno bruto do país - apesar de ainda representar 35% das exportações) - e aumentando a participação dos serviços.
A balança comercial chilena apresentou um
superávit comercial de cerca de 9 bilhões de dólares em 2005, exportando principalmente minérios, celulose, metanol e agroindustriais - como o salmão e vinhos; importou principalmente maquinário, produtos de vestuário e derivados de petróleo. Seus principais parceiros comerciais são os Estados Unidos, Mercosul, União Européia e Japão.

Santiago é o centro finaceiro do Chile
A diversidade no mercado exportador e a firmação de tratados comerciais, principalmente com a União Européia e países do
Pacífico, têm contribuído enormemente para o progresso industrial chileno.
Em
2005, a taxa de desemprego no país era de 8,1%, ao passo que a inflação apresenta níveis baixos - 3,6%.
No entanto, a
Região Metropolitana do Chile (onde se localiza a capital, Santiago) representa mais de 40% de participação no PIB do país e quase metade da população (cerca de 6.900.000 pessoas).

Republica dominicana e Chile

a Historia do chile :O conquistador extremenho Pedro de Valdivia chegou ao Valle del Mapocho, em 12 de fevereiro de 1541. Assim, para iniciar a Conquista do Chile, funda a cidade de Santiago de Nueva Extremadura (em honra ao Apóstolo Santiago, santo patrono da Espanha) junto a Cerro Huelén, renomeado por Valdivia como Cerro Santa Lucía. Por conselho do cacique picunche Millacura, a cidade é fundada entre os dois braços do rio Mapocho.
Durante a República Autoritaria se criaram a
Universidade de chile, a Escuela Normal de Preceptores, a Escuela de Artes y Oficios e a Quinta Normal, que incluíalos museus de Bellas Artes (atual Museu de Ciencía e Tecnología) e de História Natural.
Graças as gestões do intendente Benjamín Vicuña Mackenna (
1872-1875), se criou a estrada da Serra Santa Lucía e començou a expansão da cidade. Durante a celebração do Centenário da República, em 1910, se cria o atual Museu de Belas Artes e o Parque Florestal. Junto ao anterior, as obras do Centenário da Repúbica também incluíram a construção do sistema de alcantarillado e recoletação de águas das chuvas do centro de Santiago, a cargo da companhia francesa Batignolles e Fould.
O
século XX se destaca pelo grande crescimento da população, principalmente de gente que provinha do campo, o que descontrolou a planificação urbana e a cidade começou a crescer indiscriminadamente. A cidade se expandiu até as periferías e, em 1940 nasce o conceito da Gran Santiago (Grande Santiago) chegando a quase um milhão de habitantes.
Em
1975
se inaugura o Metrô de Santiago, um grande adiantamento para o transporte da cidade e que há permitido unir os diferentes pontos de esta grande metrópole.
Clima

Temperatura e precipitação na cidade.
Santiago apresenta grandes variações na temperatura durante o
dia, o motivo é estar localizado próximo ao deserto do Chile. No verão, os dias(29°C) são quentes, mas as noites(12°C) são frias, o que faz a média das temperaturas no verão não ultrapassarem 20°C. O mês mais quente da cidade é janeiro. No inverno, o dia e a noite são frios, cerca de 14°C ao dia e 3°C à noite, às vezes pode chegar aos 0°C. O mês mais frio da cidade é julho, sendo comum entre maio e setembro temperaturas abaixo de zero; regiões mais elevadas da cidade, a leste, frequentemente registram precipitações de neve. A temperatura média anual da cidade é de 13,8°C, sendo a quarta capital mais fria da América do Sul.